O Cebolinha está na minha casa, e na sua?

Boa tarde mamães,

Vocês tem um Cebolinha em casa?, sabe o Cebolinha da turma da Mônica que fala tudo “elado”…tem um desse aqui, na verdade 2.

Esse post não é pra falar de forma formal sobre o problema, não sou fonoudiologa, mas assim que tiver informações bacanas de um profissional com definições e nomes específicos venho contar.

O meu caso é típico de uma mãe que achou bonitinho até o ano passado a fala errada e até repetiu a palavra errada, não deveria  ter feito, isso eu sei, mas fiz.

A 11 meses espero a fono do plano de saúde, como não  tivemos retorno até agora estamos trabalhando com ele em casa, apenas corrigindo a pronúncia e seguindo a orientação de uma amiga da família,  que é uma fono super experiente.

Ela pediu que fizéssemos jogos que precisasse usar a concentração, de fato ele é muito acelerado e na pressa troca as letras.

Um quebra cabeças com peças de tamanho médio foi o eleito e ele tem montado um pouco cada dia.

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Aos poucos e com muita persistência a maior parte das letras que eu achava que ele não conseguia pronunciar ele já pronuncia.

Vou criar com eles alguns jogos, todos estão ajudando o irmão a aprender a falar, e nessa, a mais nova que copia tudo dele está consertando a própria fala.

O que falta de brincadeiras calmas ultimamente tem sobrado em brincadeiras extremas.

Tirolesa mata a mãe do coração, e muito mergulho.

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Assim foram nossos dias, com muito joelho ralado e caldo, agora estamos prontos pro hard work hahaha ou não.

Mesmo com a correria acho que as coisas vão se encaixando e não só a linguagem dos pequenos vão melhorando como o emocional deles e o nosso vai se ajustando, quando os nossos filhos mostram dificuldades seja a área que for, a heroina interior quer salvar o mundo, ou virar o mundo de cabeça pra baixo para achar respostas, não funciona assim né?

Faço a minha parte e todos em casa, familiares e amigos vão nos dando uma força, e com o tempo sim, as coisas vão se encaixando.

As vezes conseguimos uma pista para um diagnóstico com pessoas ao nosso redor que vê o que não conseguimos ver e temos a chance de ter uma boa abordagem e resultados até rápidos.

Existe pessoas maldosas e pitaqueiras demais nesse mundo, mas é importante ouvir quem nos quer bem.

Por fim, pra encerrar esse post que pra mim é mais um bate papo pra abrir o meu coração, desejo as mamães que buscam respostas pra algo que julgue diferente em seu filho, seja na linguagem ou no comportamento, que tenha tranquilidade e siga o seu coração de mãe, que não se ofenda seja com próximo, com Deus ou consigo mesma e busque sempre se informar.

Beijo no coração

Keila Silva

 

 

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